Diferente da proposta declarada na semana passada pelo Governo Federal, o combustível ainda continua com preços exorbitantes, segundo foi divulgado nesta quarta-feira (11) pelo Dieese no Pará (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). De acordo com levantamento do órgão, os valores ainda não foram reduzidos e o paraense continua pagando caro para abastecer seu veículo.
O estudo analisou em 80% dos postos da grande Belém nos últimos cinco meses. Em novembro, o álcool era vendido na capital por R$ 2,044. Já nas primeiras semanas de maio, o valor médio é de R$ 2,479, ou seja, ocorreu um reajuste acumulado de 21,28%.
A gasolina, por sua vez, não ficou fora desse histórico de altas, ainda mais por conter 25% de álcool - quantidade que não será diminuída após Medida Provisória aprovado pelo Governo. Na análise de março, o preço da gasolina era R$ 2,686. Já em maio, o combustível teve preços que chegavam na casa dos R$ 3,099. Sendo assim, a gasolina teve alta de 8% em apenas dois meses. Em alguns postos, esse reajuste pode chegar até 10%.
Por conta dos altos preços - que não é exclusividade do Pará -, vários motoristas em Brasília (DF) e Maringá (PR) abasteceram seus veículos com apenas 50 centavos e ainda exigiram nota fiscal para protestar contra os altos preços dos combustíveis no Brasil.
Orm
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